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Você consegue lembrar qual foi a última vez em que foi realizada uma completa manutenção no sistema de ar condicionado do seu hospital? E mais: é capaz de assegurar que os leitos e demais ambientes estão livres de infecções respiratórias causadas pelo mau funcionamento do ar condicionado? Sabe o que é a bandeja de gotejamento e por que ela pode ser uma grande fonte de contaminação dentro das instituições de saúde?

Se a sua resposta for positiva para qualquer uma dessas perguntas, é o momento de repensar toda a estrutura de climatização do complexo hospitalar. Para isso, é preciso realizar um cuidadoso estudo de quais soluções são as mais indicadas para cada ambiente. Nesta busca, deve-se considerar:

Mão de obra especializada

Os primeiros parâmetros a serem observados, obviamente, são se as empresas instaladora e projetista possuem uma ampla experiência nessa área e se os equipamentos utilizados obedecem às rígidas normas nacionais e internacionais de climatização como as da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Ashrae (Instituto Nacional Americano de Ar Condicionado, Ventilação e Refrigeração).

Eficiência energética e segurança dos leitos

É importante mensurar também os custos relativos ao consumo de energia elétrica, custos provocados pela paralisação para limpeza e manutenção do sistema de ar condicionado para hospitais, tendo em vista a necessidade de conferir segurança aos leitos no que se refere à eliminação de componentes que possam contribuir para a infecção hospitalar. Tudo isso interferindo o mínimo possível na rotina dos pacientes e na rotatividade dos leitos.

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POR QUE USAR O TETO RADIANTE?

Estão nestes aspectos as principais vantagens do sistema de condicionamento ambiental por teto radiante, já utilizado no Brasil no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (SP) e no Instituto do Câncer* (SP).

Isso porque, sob o ponto de vista da segurança e da higiene, essa tecnologia elimina a necessidade de se usar as bandejas de gotejamento, que são um preocupante foco de multiplicação microbiana presente nos ares-condicionados convencionais, por formar biofilme e desencadear a cadeia de transmissão de bactérias como Legionella sp, Aspergillus sp e Mycrobacterium Tuberculosis, dentre outras.

Além disso, por exigir uma menor vazão de ar, o teto radiante, consequentemente, diminui de maneira significativa a circulação de componentes que possam causar infecção hospitalar pelas vias aéreas.

A manutenção também é bem mais simples e facilitada. Enquanto no ar condicionado convencional necessita-se muitas horas para uma manutenção com severa limpeza da unidade fan colete impedindo a entrada de um novo paciente no leito, com o teto radiante não existe essa necessidade.

Já ao se considerar a eficiência energética, o sistema que utiliza placas radiantes acopladas ao teto para climatizar o ambiente é capaz de reduzir em até 50% o consumo na parte de distribuição de frio, se comparado ao ar condicionado convencional. Isso é reflexo também da menor vazão de ar exigida para o conforto térmico dos ambientes e de se ter menos aparelhos ligados à energia elétrica.

Confira aqui as principais vantagens do sistema de teto radiante em relação ao ar condicionado convencional nos hospitais.


*Antes de finalizar a instalação de automação, o empreiteiro retirou-se do mercado e termos contratuais impediram a operacionalização do sistema

Matéria retirada do site: http://cebetec-sp.com.br/teto-radiante-em-leitos-hospitalares/